Diodo semicondutor

Diodo semicondutor é um dispositivo ou componente eletrônico composto de cristal semicondutor de silício ou germânio numa película cristalina cujas faces opostas são dopadas por diferentes gases durante sua formação.

Resistores

Um resistor (frequentemente chamado de resistência, que é na verdade a sua medida) é um dispositivo elétrico muito utilizado em eletrônica, ora com a finalidade de transformar energia elétrica em energia térmica por meio do efeito joule, ora com a finalidade de limitar a corrente elétrica em um circuito

Capacitores

Capacitor ou condensador é um componente que armazena energia num campo elétrico, acumulando um desequilíbrio interno de carga elétrica.

Indutores

Um indutor é um dispositivo elétrico passivo que armazena energia na forma de campo magnético, normalmente combinando o efeito de vários loops da corrente elétrica.

Transístor

O transistor é um componente eletrônico que começou a popularizar-se na década de 1950, tendo sido o principal responsável pela revolução da eletrônica na década de 1960. São utilizados principalmente como amplificadores e interruptores de sinais elétricos. O termo vem de transfer resistor (resistor/resistência de transferência), como era conhecido pelos seus inventores

sábado, 24 de março de 2012

Circuito para testar servo motor (polo rotor) de antena parabólica

Esse circuito serve para testar se o servo motor da antena parabólica está funcionando perfeitamente, embora um sistema com lnbf seja muito mais adequado, muitas pessoas ainda usam sistemas usando lnb e polorotor (motorzinho). Então a idéia desse circuito é ajudar ao técnico instalador / reparador de antenas parabólicas ao fazer teste de funcionamento do polorotor. Detectando se o defeito está no polarizador ou no receptor. Basta conectar os fios ligar o equipamento na tomada e selecionar com a chave S1 o tipo de polarização vertical ou horizontal, se o polorotor estiver com funcionamento ok, você ouvirá o ruído característico.



Descrição do circuito do teste de polorotor de parabólica

O testador de polorotor consiste de um multivibrador astável que determina a direção de giro do motor. Os valores típicos de duração dos pulsos são 1 mS (V) e 2 mS (H). Quando a chave S! está fechada o potenciômetro R3 se curto circuita e o c1 555 gera um sinal de 1mS de duração.  Deve se fazer um ajuste em R4 para conseguir o melhor ponto de trabalho do circuito.

Diagrama esquemático do circuito testador do servo de parabólica

 

 

 

Sugestão de placa de circuito impresso 1 escala 1:1

 

 

 

Sugestão de placa de circuito impresso 2 para montagem do circuito zoom 200%

 

Placa lado dos componentes orientação da montagem

 

 

Lista de componentes para montagem do circuito

componente Valor
C1 220nF
C2 220nF
C3 470nF
D1 1N4148
IC1 NE555
R1 120k
R2 3.3k
R3 4.7k
R4 4.7k
S1 Chave liga desliga

 

Recomendação: Se seu sistema de antena parabólica ainda usa servo motores, recomendo que você mude para lnbf e diga adeus as dores de cabeça que o bendito motorzinho causa. Principalmente quando você usa receptores de antena parabólica com controle remoto. No mercado livre é possível comprar um lnbf monoponto por 30,00. 

 

 

 

 

Módulo medidor de temperatura para multímetro (sonda termômetro) LM35

curiosidade sobre graus centígrados e celcius

 O gelo se funde a 0°C e o ponto de ebulição da água, ao nível do mar é de 100°C. Usando esses dois pontos de referência se calibra com rapidez a escala de temperatura. Quando falo °C é graus Celsius e não centígrados como podemos ver nalgumas literaturas. Centígrado é uma escala de 100. Enquanto que temperatura vai além de 100. Então o correto é falar graus Celsius! Bom chega de blá blá...
 Hoje graças ao circuito integrado especializado da National Semiconductor, denominado LM35, não precisamos de nem uma calibração para obter a temperatura correta.



Circuito do termômetro digital

Para o circuito precisamos de uma bateria de 9v e de uma tensão de alimentação negativa. Obtida segundo o datasheet do LM35 pelos Diodos D2 e D3. O resistor R5 permite que a tensão de saída do sensor possa ser negativa em relação a massa do multímetro para que se possa medir resistências abaixo de 0°C. O resistor R4 desaclopa a saída da sonda em relação a saída de alta impedância do multímetro. O circuito baseado no transistor Q1 serve de dispositivo de controle da tensão de alimentação e de comprovação do estado da bateria. Ao fechar a chave S1, O led acenderá informando que a tensão da bateria está acima de 7V, que é necessário para o correto funcionamento do circuito.
O LM35 deve ser montado num tubo metálico de uns 5 a 10 CM, ligado ao circuito principal através de um cabo trifilar de no máximo 1 m de comprimento. O tubo deve ser fechado hermeticamente dos dois lados para permitir a medida de líquidos.
Aplaca principal e a bateria deve ser colocada numa caixa de plástico pequena. A placa deve ficar isolada da bateria para se evitar curtos circuito e danos causados pelo conteúdo corrosivo da bateria.
Você deve usar dois jaques banana macho conectados na caixa pra interligar com o multímetro.

Modo de funcionamento do circuito com sensor lm35:

 Antes de fazer uma medida de temperatura teste a pilha apertando S1, tudo ok basta conectar a unidade ao multímetro para realizar as medidas. De acordo com a temperatura o multímetro na escala de Volt DC 10V indicará uma tensão de -4 a 1,1V ou na escala de 2000mV -400 a 1100mV, isso depende do multímetro, essa tensão corresponde a temperatura de -40 a 110°C. No primeiro caso o ponto decimal será desprezado e no outro acrescente um ponto decimal após o terceiro dígito. Com tempo habitua-se.
 Exemplo 0,256V (256mV)= 25,6°C -0,158V (-158mV) = -15,8°C. O LM35 proporciona uma saída linear de +10mV/°C.

Sugestão de placa de circuito Impresso do lm35

 

Lado dos componentes

 

Detalhe da placa 3D

 

Componentes do circuito do termometro com lm35

 Resistores
 R1= 330
 R2,R3=100k
 R4=1k
 R5=18k
 

 Capacitor eletrolítico

 C1=10µF/12V
 
Semicondutores:
 D1,D2=1n4148
 L1=Led vermelho
 Dz1=4v7/400mW
 T1=bc547
 IC1=lm35 circuito integrado sensor de temperatura.
 
Diversos:
 S1= chave Na, jaques banana macho ou similar, clipe para bateria, etc.
 

Circuito de indutímetro digital, transforme seu multímetro num prático medidor de indutor

Meça indutores com este instrumento Simples, bom, barato, e prático para medir a indutância de suas bobinas

No ARRL Handbook for Radioamateurs de 1999 foi apresentado um circuito muito simples para medir indutores.
Este Indutímetro mede indutores entre 3µH e 7mH, em duas escalas de medição. A leitura da indutância é feita na escala de miliVolts de um multímetro . A precisão deste Indutímetro fica em torno de +/- 10%, o que é perfeitamente adequado ao caráter experimental do radioamadorismo. O multímetro deve ser digital. Medida de bobinas é uma coisa que quase não ouvimos falar, até parece que o valor de bobinas é quantas espiras ela tem, mas indutores tem sua unidade de medida o Henry.
Com esse circuito acho que pode auxiliar nas montagens de circuitos de RF.

O Circuito do medidor de indutores pra multímetro

O circuito do medidor é composto pelos seguintes blocos: Fonte de alimentação, Oscilador, Diferenciador, Integrador e Ajuste de Offset. A fonte de alimentação é composta por uma pilha de 9V e um circuito integrado regulador de tensão (U2). Para aumentar a vida útil da pilha escolhemos o regulador 78L05 que tem uma corrente quiescente em torno de 3mA. Já um regulador do tipo 7805 tem uma corrente quiescente em torno de 10mA (os reguladores de alguns fabricantes chegam a apresentar até a 25mA de corrente quiescente!).
O oscilador (U1:D), que fornece os pulsos para o diferenciador, gera pulsos em duas freqüências fixas. Estas freqüências determinam as escalas de medição. A primeira escala, com o oscilador em 60KHz, vai de 3uH a 500uH. Na segunda escala, de 100uH a 7mH, o oscilador funciona com uma freqüência de 6KHz. A seleção de escalas é dada pela chave, S1, do tipo 2 pólos 2 posições. Este oscilador é do tipo RC com uma porta inversora (U1:D) e com um buffer (U1:C) para isolá-lo da carga RL.
O diferenciador é formado por uma carga resistiva R e pelo indutor a ser medido, L. Neste diferenciador serão gerados pulsos cuja largura depende da constante de tempo RL, como o R é fixo, quanto maior o indutor L, maior será a largura do pulso gerado. Simples assim.
Os pulsos do diferenciador são aplicados à entrada da porta lógica seguinte (U1:B), que transforma estes pulsos analógicos e pulsos de nível TTL,  e desta segue para a última porta lógica (U1:A) e o RC formado por R3 e C3 - o integrador que transforma estes pulsos em uma tensão dc proporcional a largura destes pulsos.
Por último, o circuito de Ajuste de offset gera uma pequena tensão para zerar o instrumento na escala de 3uH a 500uH.

Montagem e Calibração do indutimetro

A montagem do circuito é simples. Aconselhamos usar um soquete de 14 pinos para o circuito integrado. As conexões entre o Indutímetro e o indutor sob medição devem ser mantidas curtas, para não afetar o valor medido.
Para a calibração é necessário ter um indutor (bobina) padrão. Este determinará a precisão do Indutímetro. O procedimento que descrevemos é para um indutor padrão de 330µH.
Selecione a escala de medição baixa (3 a 500uH), coloque os terminais de medição em curto - com um pedaço de fio de tamanho suficiente apenas para estabelecer o curto circuito. Ligue a saída no multímetro e selecione a escala de milivolts. Ajuste o potenciômetro para ler 0V no multímetro. Retire o curto circuito e coloque o indutor padrão para ser medido. Ajuste o trimpot (R2) da escala de medição baixa para ler 330 mV no multímetro. Pronto, esta escala está calibrada.
Para calibrar a outra escala, selecione a escala de medição alta. Coloque o indutor padrão para ser medido. Ajuste o trimpot da escala de medição alta (R5) para ler 0,33 mV no multímetro. O Indutímetro está calibrado.
Lembre que na escala baixa os milivolts lidos no multímetro indicam µH e na escala  alta os milivolts lidos no multímetro indicam mH.
Sempre que for medir na escala baixa é preciso colocar um curto no lugar do indutor sob medição e ajustar o potenciômetro para ler 0V no multímetro. Este procedimento não é necessário ao medir na escala alta.

Modificações e melhorias do indutimetro

Certamente uma fonte externa pode ser implementada, especialmente por aqueles que utilizem este Indutímetro por longos períodos. Esta fonte deverá fornecer ente 9 e 12Vdc (corrente contínua!). A corrente de consumo é baixa, menor que 50mA.
O circuito integrado utilizado é uma porta NAND montada como inversora, em seu lugar pode ser utilizado um INVERSOR, porém verificamos que esta porta NAND, do tipo HC, é mais fácil de encontrar no comércio. O importante é utilizar uma porta tipo HC porque funciona com uma corrente menor, aumentando a vida útil da pilha.
Não é aconselhável usar um cabo de medição pois poderá alterar os valores medidos.

Finalmente

Este circuito não pode faltar na bancada de quem faz manutenção ou gosta de fazer montagens de transmissores e receptores. Mesmo sendo simples e barato, oferece uma precisão adequada a este fim.


Bibliografia: ARRL Handbook for Radioamateurs de 1999
Você que precisa de um equipamento com melhor precisão, Lc meter com pic é um medidor de indutor e capacitor de alta precisão usando um microcontroladores PIC.

 

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